1999

Janeiro Estados Unidos da América, Texas – New York
Dallas, Houston (N.A.S.A.), Galveston, New York

Maio França
Montpellier, Camargue, Sète, Nîmes

Junho Dinamarca – Suécia
Copenhaga, Malmö

Agosto Açores
Flores, Terceira

Setembro Irlanda – Irlanda do Norte
Dublin, Belfast, Giant’s Causeway, Londonderry, Donegal, Sligo, Mayo, Galway, Inishmore

Novembro Bélgica
Mons, Bruxelas


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Janeiro Estados Unidos da América, Texas – New York
Dallas, Houston (N.A.S.A.), Galveston, New York

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A segunda viagem aos Estados Unidos foi a pretexto de um curso na IBM em Dallas. Assim, durante a semana no Texas, explorámos bastante a cidade de Dallas, desde o centro da cidade onde fica o Convention Center e o Pioneer Park Cemetery a Dealey Plaza onde foi atingido o President Kennedy alegadamente por Lee Oswald. Nesta praça existe o Kennedy Memorial. À noite frequentámos as zonas mais animadas de West End e Greenville. Na periferia da cidade visitámos os imensos Shopping Malls que ficam junto às amplas auto-estradas urbanas.

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No dia seguinte ao curso acabar aventurámo-nos pela auto-estrada em direcção a Houston com o objectivo de visitar a N.A.S.A. no Johnson Space Center, um pouco a sul desta cidade. Como lugar único no mundo que é, a experiência foi também única, não só pelo museu que contem objectos famosos das missões à Lua, mas sobretudo pelos locais utilizados de facto pelos autronautas para se treinarem no ambiente sem gravidade e pela visita aos enormes hangares que contêm réplicas de tamanho real do Space Shuttle para simulação de operações no espaço. O ponto alto da visita foi a passagem pelo Mission Control Center, a famosa sala com filas de cientistas que controlam as missões espaciais. No fim do dia continuámos ainda para sul até à cidade de Galveston na costa do Golfo do México.

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No regresso a Lisboa, aproveitámos a escala em Nova Iorque para conhecer a Big Apple. Perto do hotel onde ficámos junto a Times Square, fomos ao espetáculo da Broadway “The Phantom of the Opera” e depois ao famoso clube de jazz Birdland. No dia seguinte, com um nevoeiro intenso, caminhámos por Mannhattan desde a zona de Times Square até Washington Square pela 5th Avenue. Daí seguimos pelo Soho e Chinatown e fomos até a Brooklyn Bridge e Wall Street. Continuando o percurso chegámos a Battery Park de onde nem sequer se via a Estátua da Liberdade tal a intensidade do nevoeiro. Neste extremo da ilha de Mannhattan apanhámos o metro até ao Central Park por onde passeámos.

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Diário:
17/1 – Dallas: Kennedy Memorial
18/1 – Dallas
19/1 – Dallas
20/1 – Dallas
21/1 – Dallas – Houston – Galveston: N.A.S.A. Johnson Space Center – Galveston
22/1 – Dallas – New York: Times Square – Broadway – Teatro “Phantom of the Opera”
23/1 – New York: 5th Avenue – Washignton Square – Soho – Chinatown – Battery Park – Brooklyn Bridge – Wall Street – Central Park


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Maio França
Montpellier, Camargue, Sète, Nîmes

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A segunda viagem a Montpellier, desta feita para um congresso, foi mais extensa que a primeira devido ao facto de termos ficado hospedados num hotel em La Grande Motte (20 kms de Montpellier, na praia) e com carro alugado. Assim, além de rever a cidade velha de Montpellier aproveitámos bastante para conhecer a região.

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Em La Grande Motte passámos bastante tempo na zona das múltiplas marinas, mas também conhecemos Le Grau-du-Roi onde os canais permitem que Iates fiquem parados à porta de algumas casas.

Afastámo-nos mais de Montpellier para conhecer Nîmes e a sua arena romana (a mais famosa depois do Coliseu de Roma). A caminho de Nîmes visitámos a aldeia medieval pitoresca de Aigues Mortes, bem perto de La Grande Motte. De Nîmes continuámos para Arles e descemos para a costa, para a zona mais selvagem da região de lagos e pântanos da Camargue, no delta do Rio Ródano (Rhône) em Port St.Louis du Rhône. Daqui cruzámos o rio num ferry-boat circundando o Lago Vaccares de regresso a La Grande Motte.

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Na direcção oposta de Montpellier fomos até Sète, cidade de pescadores, e continuámos para sul até Agde e regressámos.

Ainda num dos dias, a IBM levou-nos para jantar à Abbaye de Valmagne (Abadia), perto de Villeveyrac, onde os frades produziam vinho desde o século XII. Actualmente já não são os monges cistercienses que lá habitam, mas o vinho continua a ser produzido com os mesmos métodos. Jantámos à media luz na nave central da igreja vazia enquanto um saxofonista criava um ambiente raro.


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Junho Dinamarca – Suécia
Copenhaga, Malmö

Esta viagem à capital dinamarquesa aconteceu no âmbito de um congresso da Oracle. O habitual turismo possível nessas circunstâncias deu a conhecer o eixo central das amplas avenidas como a Vesterbrogade que termina no Stroget (significa em dinamarquês, a rua pedestre onde se deambula). Nesta zona fica o famoso parque de diversões Tivoli que visitámos. Pelas ruas pedestre à volta do Stroget fica a Rundetarn, uma “velha” torre de onde se pode avistar a cidade e caminhando até ao final chega-se a Nyhavn.

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Nyhavn, que significa “o novo porto”, é um canal rodeado de bares e esplanadas num ambiente colorido até pelos edifícios. Daqui apanhámos um barco que fez um “tour” pelos canais de Copenhaga incluindo a zona de Christianshavn. Perto de Nyhavn fica o Palácio Real Amalienborg e a famosa Sereia que simboliza a cidade.

Não longe deste centro acima descrito fica Rosenborg Slot, um antigo Palácio Real e jardins que visitámos.

Houve ainda tempo para uma visita à vizinha cidade sueca de Malmo através de uma travessia de barco do estreito de Oresund, onde avistámos a construção avançada da nova ponte com o mesmo nome que liga os dois países e é uma das mairoes da Europa.


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Agosto Açores
Flores, Terceira

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A terceira viagem aos Açores começou com a chegada à Ilha das Flores, com escala no Faial. Nas Flores alugámos uma carro (ao dono de uma loja, uma vez que já não havia carros pata alugar na ilha) e percorremos toda a ilha incluindo Santa Cruz das Flores, Lages, Ponta Delgada e Fajã Grande. Este último lugar é a parte mais ocidental da ilha e ostenta uma placa “O ponto mais ocidental da Europa”. No meio da ilha existem muitos lagos e mantos de hortênsias a perder de vista. É de facto uma ilha muito bonita.

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A terceira visita à Terceira foi disfrutada como as outras, cada vez com um melhor conhecimento do local.


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Setembro Irlanda – Irlanda do Norte
Dublin, Belfast, Giant’s Causeway, Londonderry, Donegal, Sligo, Mayo, Galway, Inishmore

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A segunda viagem à Irlanda explorou a metade norte da ilha durante uma semana, incluindo a Irlanda do Norte que pertence ao Reino Unido. O esquema de viagem foi um pacote com carro alugado e cupões para estadia em B&B’s, assim o percurso foi bastante flexível e de fácil mobilidade. Com início em Dublin seguimos até Belfast, capital da Irlanda do Norte e daí para a costa norte da ilha, onde visitámos The Giant’s Causeway (a rara formação geológica) e a Destilaria do Whiskey Bushmills. Continuando por Londonderry voltámos à Rep. da Irlanda onde pernoitámos em Letterkenny. Daí percorremos a costa oeste até Killybegs. Continuando para sul, passámos por Donegal e Sligo e chegámos a Ballina. Daqui seguimos para Galway passando junto das montanhas Connemara. Em Galway visitámos a ilha Inishmore e ainda fomos a Doolin e Cliffs of Moher, de onde regressámos a Dublin.

Diário:

13/9 Lisboa – Dublin
– Partida de Lisboa e chegada a Dublin via Faro.
– Dublin: Custom House, Rio Liffey, Burgh Quay, Aston Quay, O’Connell Bridge, O’Connell Street, Abbey St., Henry St., Talbot St., Temple Bar (Little Soho), Connolly Station.
– Dublin: Dublin Castle e St. Patrick’s Cathedral.

14/9 Dublin – Letterkenny
– Belfast: centro da cidade, parlamento.
– Giant’s Causeway: formação rochosa de pedras com formas geométricas.
– Destilaria Bushmills: como é feito o whiskey. Provas.
– Portrush. Londonderry: grafitis contra britânicos e quartéis do exército inglês.

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15/9 Letterkenny – Killybegs
– Letterkenny: centro da cidade.
– Estrada costeira com paisagens rústicas e verdes junto ao mar.
– Killybegs: centro da cidade e docas.

16/9 Killybegs – Ballina
– Slieve League: penhascos/ravinas mais altos da Europa (600 m acima do mar) em Bunglas.
– Donegal: centro da cidade e castelo.
– Ballina à noite.

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17/9 Ballina – Galway
– Galway: ruas do centro. Hospedagem perto de Spiddle com vista para Galway Bay.

18/9 Galway – Inishmore
– Passeio pela ilha Inishmore (Ilhas Aran) a pé: ilha rural, muros de pedra antigos, casa com telhado de colmo. Visita a um monumento da idade do bronze, ruínas de um forte celta.
– Galway: ruas do centro e docas.

19/9 Galway – Dublin
– Doolin.
– Visita aos Cliffs of Moher – penhascos com 230 m de altura. Castelo.
– Regresso a Dublin.

20/9 Dublin – Lisboa
– Partida de Dublin para Lisboa via Londres.


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Novembro Bélgica
Mons, Bruxelas

Desta feita, a minha segunda visita a Mons foi para o casamento do Arkadi, de quem fui padrinho. Assim, esta viagem foi dominada pelos preparativos para o casamento, desde a visita à Quinta do evento “La ferme du coq”, a Igreja Collégiale, a família e como não podia deixar de ser, a despedida de solteiro chamada de “le brûlage des pantalons” onde tradicionalmente no final o noivo queima as calças. Houve tempo ainda para a despedida do Quartier Latin (como solteiro) e para a prova de cervejas num bar que oferecia 180 diferentes.

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No início da estadia em Mons, o meu amigo ainda estava a trabalhar em Bruxelas, pelo que em dois dias acompanhei-o à capital e visitei mais uma vez esta cidade charmosa, incluindo a belíssima Grande Place, o Manneken Pis, Place Royale, Tribunal, Basilique du Sacré-Coeur e muitas outras atracções como o famoso Atomium no Parque de Heysel.

Apesar de toda esta actividade, o Arkadi foi sóbrio para o casamento que começou muito cedo na sala nobre da câmara municipal La Comune. Daí seguimos para a cerimónia religiosa na Igreja Collégiale, a catedral da cidade. Depois da cerimónia, o casamento começou na Ferme du Coq e durou todo o dia e toda a noite com bastante animação.

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Depois da partida dos noivos para a Costa belga, o chefe dos Sanzarowski, pai do Arkadi acompanhou-nos ainda em visitas ao Grand Large (o lago de Mons) e aos canais circundantes e ainda mais uma visita a Valenciennes em França.

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